ANA MOREIRA (Nasceu em 1980)
Eram personagens frágeis, quase sempre vítimas indefesas, como aquelas jovens raparigas que apetecem embrulhar num cobertor, levar para casa alimentá-las com um copo de leite quente e livrá-las do mal, o que a delicada Ana representou nos seus primeiros filmes. E se eu lhe proporcionasse máscaras, disfarces, cabeleiras, vestidos extravagantes, súbitos desaparecimentos, alcunhas, todas as hipóteses de simulações ou de representações diversas, artimanhas e estratégias que libertassem a mulher das regaras e das convenções sociais como o romance e o filme exigiam! E entre muito trabalho e grande talento ela foi magnifica. Obrigada, maravilhosa Ana. Todos os outros excelentes actores são da minha “família”, com alguns recém chagados e bem vindos. A todos agradeço por esta difícil aventura.
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